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Terça-feira, 15 de Março de 2011

Continente Modelo

A Sonae, em particular a Sonae MC, especializada na área do retalho alimentar, apresentou o fim da marca Modelo.

O Continente, que até agora contava com 40 hipermercados, passa hoje a contar com mais duas marcas com a sua insígnia e vê a sua rede de loja ser ampliada.

A partir de hoje os hipermercados Modelo passam a chamar-se Continente Modelo, enquanto que os supermercados Modelo Bonjour são agora Continente Bom Dia.

O Modelo, agora Continente Modelo, é uma cadeia de hipermercados com 110 superfícies comerciais, cuja primeira loja abriu em 1989 na cidade de Albufeira. Estes hipermercados caracterizam-se pela sua proximidade, com lojas de cerca de dois mil metros quadrados, que se encontram principalmente em centros populacionais de média dimensão. As áreas comerciais destes hipermercados oferecem, em geral, parque de estacionamento gratuito e diversos serviços complementares, como as lojas de vestuário, electrodomésticos, telecomunicações, serviços farmacêuticos, etc.

Já o Modelo Bonjour, actualmente Continente Bom Dia, está no mercado desde 1996 e caracteriza-se por ser um supermercado de conveniência, para responder às compras do dia-a-dia. Conta nesta altura com 46 estabelecimentos que têm cerca de 800 metros quadrados de área e se situam em meios urbanos com elevada densidade populacional, em particular, nas áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto.

Esta operação custou cerca de 10 milhões de euros à Sonae e segundo os responsáveis, o objectivo desta uniformização é feito com a expectativa de que no futuro "o valor do Continente irá ser superior à soma das duas marcas".

A nova imagem do Continente já se encontra nas 176 lojas, que no total empregam cerca de 26 mil colaboradores.

Publicado por Rebrand às 21:54
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Quarta-feira, 2 de Março de 2011

Skoda

 

A Skoda Auto é uma empresa construtora de automóveis fundada em 1925, na República Checa (na altura Republica Checoslovaca), que surgiu da fusão de duas empresas: Skoda Pilsen e Laurin & Klement.

A Laurin & Klement começou a sua actividade em 1895 oficina de reparação de bicicletas, mais tarde começou a fabricar motocicletas e só depois automóveis. A Skoda Pilsen era na altura a maior empresa industrial do país.

A primeira viatura de sucesso da Skoda foi o modelo "Voiturette A" produzido entre 1905 e 1907. Inicialmente a linha de montagem foi concebida com o objectivo de fabricar viaturas de luxo.

Outro dos modelos com mais sucesso da marca foi o Skoda Popular, no ano 1934. Nesta década a Skoda ficou também conhecida por fabricar limusinas.

Após o inicio da Segunda Guerra Mundial o país foi invadido pelas forças nazis, levando a empresa a fazer parte do sistema económico alemão. Neste período a empresa para além de automóveis produzia armamento militar. O modelo mais bem sucedido era, nesta altura, o Skoda Superb, lançado no final de 1939.

Com o final da Segunda Guerra Mundial a empresa ficou dominada pelos soviéticos passando pelo processo de nacionalização, normal naquele contexto, e passou a designar-se AZNP Skoda mantendo o monopólio do mercado interno. A empresa não tinha qualquer contacto com o ocidente e mesmo assim fabricava viaturas fiáveis. Os primeiros modelos Tudor, Spartak e Octavia surgiram nesta altura.

A diferença tecnológica começou a ser mais notória na década de 1960 quando a empresa não conseguia acompanhar os progressos das construtoras ocidentais. Na década de 1970 a Skoda continuava a manter o domínio do mercado interno mas não tinha capacidade para competir com as empresas ocidentais.

Em 1987 para contrastar com os anos anteriores a empresa contratou um estúdio de design italiano e introduziu a tracção dianteira pela primeira vez no Skoda Favorit, que se tornou noutro dos sucessos da marca.

Já na década de 1990, após a queda do muro de Berlim, a Skoda passou a integrar o Grupo Volkswagen, juntando-se oficialmente no dia 1 de Abril de 1991.

Desde esse momento, a empresa começou a ficar mais nivelada com as restantes construtoras ocidentais e desde logo lançou novos modelos, como o Skoda Felicia, Skoda Fabia e Skoda Superb. Desde 1996 a Skoda participa em competições automóveis como o Campeonato do Mundo de Ralis, primeiro com o Skoda Felicia e mais recentemente com o Skoda Fabia.

Actualmente a empresa está presente em cerca de 90 países, incluindo Portugal, e conta com concessionários nos cinco continentes. A Skoda tem seis fábricas, quatro na Europa e duas na India e emprega globalmente cerca de 30 mil pessoas.

A sua gama no nosso país é composta por sete modelos: Skoda Fabia, Skoda Fabia Break, Skoda Roomster, Skoda Octavia, Skoda Yeti, Skoda Superb e Skoda Superb Break. Na última década as vendas mundiais da Skoda ascendem, em média, a meio milhão de viaturas por ano.

A nova imagem da Skoda foi apresentada no Salão de Genebra conjuntamente com o novo "concept car" da marca, o Skoda VisionD, que apresenta a nova identidade visual da empresa, as novas linhas, em particular a dianteira do veículo onde é notória a melhoria estética tanto na grelha como nos faróis.

A aposta da Skoda num logotipo sem o nome da marca associado (tal como aconteceu com o Starbucks), acontece como forma de aumentar a importância do símbolo do logotipo, que caracteriza os valores da marca: as asas significam o progresso técnico e a ambição global; a seta representa os métodos avançados de produção e a alta produtividade; e o círculo pretende transmitir a precisão, carisma e visão da marca.

O logotipo nos novos veículos e os novos "showrooms" serão completamente implementados em 2012.

 

Publicado por Rebrand às 15:07
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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Definição de Rebranding

Rebranding ou Rebrand é o nome que se dá ao processo de criação de um novo nome, logótipo, identidade (visual ou sonora) ou a combinação de todos estes elementos de uma determinada marca, seja de um produto, um serviço ou mesmo uma empresa.

Existem diversos motivos que podem levar uma marca a passar pelo processo de rebranding.

Entre as motivações mais comuns destaca-se a necessidade de reposicionamento da marca, ou seja, quando uma marca pretende distanciar-se da concorrência, aposta na diferenciação e pode passar pelo processo de rebranding de forma a demonstrar o seu novo posicionamento aos potenciais clientes, aos concorrentes e mesmo aos accionistas, quando estes existem.

Outro dos motivos mais comuns é a urgência da mudança, isto é, quando a marca transmite uma conotação negativa devido a diversas situações como escândalos, crises ou processos judiciais que afectam negativamente a sua imagem, nestes casos o processo de rebranding pode atenuar a conotação atribuída à marca.

Existe também necessidade de efectuar um rebranding após uma fusão ou aquisição para que exista uma harmonização da estratégia de comunicação da empresa ou da marca, podendo também acontecer quando uma empresa aumenta o seu portfólio ao adquirir produtos de outra empresa, sentindo necessidade, também, de harmonizar a linha de comunicação da marca ou devido a estratégias de segmentação de produtos, optando por um rebranding nesse sentido.

Quando determinada empresa passa a ter uma nova liderança, com uma nova direcção ou administração, sente também necessidade de alterar a linha de comunicação de forma a vincar a nova identidade da empresa e isso passa por um processo de rebranding.

Um processo como este não é uma decisão que se possa tomar de ânimo leve, mesmo sendo por vezes urgente ou necessário, é algo que altera, muitas vezes completamente, a imagem que se tem de uma marca. Existem, por isso, riscos associados ao processo de rebranding, que por vezes podem levar mesmo a uma redução da quota de mercado, resultado contrário aquele que se pretende.

Isto pode acontecer porque a mudança pode não agradar aos clientes actuais, pois coloca-os novamente na posição de ter de voltar a avaliar hábitos de consumo e ter de voltar novamente a identificar-se com os valores que a marca representa, o que após uma quebra de referências pode por em causa a sua lealdade. Para evitar esta situação é necessário ter em conta não só os potenciais clientes, mas também os clientes actuais que em geral são desvalorizados, tratando-se como um dado adquirido.

Uma decisão importante como o rebranding de uma marca deverá ser tomada com o máximo rigor e fundamento e deverá ser apenas decidida após uma avaliação completa dos benefícios e vantagens previstas que decorrem do processo de rebranding.

Publicado por Rebrand às 15:02
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Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011

Starbucks

A Starbucks é a maior cadeia de cafés do mundo.

Esta empresa americana foi fundada no dia 30 de Março de 1971 em Seattle por três sócios: Jerry Baldwin, Zev Siegl e Gordon Bowker.

A empresa esteve para se chamar Pequod, mas devido a um dos três sócios não estar de acordo com essa designação acabou por ficar Starbucks, um nome inspirado no clássico da literatura “Moby Dick” de Herman Melville.

A primeira loja Starbucks abriu em Seattle no 2000 da Western Avenue, mas ainda nesse ano passou para o 1912 Pike Place, onde ainda hoje permanece aquele que é o estabelecimento mais antigo da empresa.

Em 1982 junta-se à Starbucks um novo Director de Operações de Marketing, Howard Schultz que após uma visita a Itália percebeu que o negócio seria melhor se a empresa passasse a vender nas lojas o café expresso assim como os grãos de café e explicou a sua ideia aos fundadores que a rejeitaram por considerarem que isso iria desviar a empresa da actividade principal.

Schultz não era dessa opinião e em 1986 abriu ele próprio uma cadeia de cafés chamada “Il Giornale”.

Em 1987 Schultz, após o sucesso com a sua cadeia, compra a Starbucks e passa a atribuir esse nome também aos cafés da sua cadeia. Após esta venda dá-se a grande expansão da marca pois no final de 1992 a Starbucks já contava com 165 estabelecimentos.

O primeiro Starbucks a abrir fora dos Estados Unidos foi o de Tóquio, no Japão, em 1996. Em 1998 a empresa entra no Reino Unido através da compra da cadeia britânica “Seatlle Coffee Company” com cerca de 60 estabelecimentos que passaram a ter a insígnia Starbucks.

Actualmente existem cerca de 17 mil estabelecimentos do Starbucks em todo o mundo, sendo que perto de 11 mil são nos Estados Unidos.

Em Portugal, são já sete os estabelecimentos da Starbucks que existe desde 30 de Setembro de 2008, altura em que abriu o primeiro estabelecimento no Centro Comercial Alegro, depois já abriu em Belém (junto aos Pastéis de Belém), o terceiro no Almada Fórum, o quarto estabelecimento abriu no Dolce Vita Tejo (Amadora), o quinto está nos Armazéns do Chiado em Lisboa, o sexto a abrir foi o da estação do Rossio, também em Lisboa e a última abertura foi no CascaiShopping no passado mês de Outubro.

Os produtos mais conhecidos e mais vendidos do Starbucks são o Expresso, o Caffè Mocca, o Caffè Latte e o Mocca Frappuccino (em que combinam um café cremoso com chocolate doce e gelo).

Quanto à nova imagem, a Starbucks como forma de assinalar o seu 40.º aniversário vai passar já a partir do próximo mês de Março a adoptar como logótipo apenas a sereia, deixando para trás a designação Starbucks Coffee e o circulo que a rodeia, passando a ter uma imagem mais simples e mais global.

Publicado por Rebrand às 15:16
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Quinta-feira, 23 de Dezembro de 2010

Finnair

A Finnair é uma companhia aérea fundada a 1 de Novembro de 1923 e que actualmente lidera o mercado finlandês, tanto nos voos domésticos como nos voos internacionais.

Esta companhia finlandesa, uma das mais antigas do mundo, tem como base o Aeroporto de Helsínquia-Vantaa, está integrada na aliança Oneworld, emprega cerca de oito mil colaboradores e transportou no ano anterior perto de oito milhões de passageiros.

No início a companhia era designada por Aero O/Y, nome que resulta de Aero Yhtiö (que em português significa companhia aérea).

Um dos principais fundadores, Bruno Lucander, trabalhou durante algum tempo numa companhia aérea na Estónia, onde coordenava as operações aéreas entre aquele país e a Finlândia. Juntamente com Gustaf Snellman e Fritiof Âhaman, Bruno Lucander fundou a companhia, na altura com 500 mil marcos finlandeses.

O primeiro avião que a companhia adquiriu foi um Junkers F13, adquirido à fábrica alemã Junkers, em 1923. Este avião dispunha de um único motor, uma cabine e apenas quatro lugares de passageiros, necessitando de apenas um piloto e um mecânico como tripulação. Neste primeiro ano a base da companhia era em Katajanokka e era Lucander quem geria a companhia. Neste ano, o primeiro, foram transportados 269 passageiros. Em 1924 começaram a realizar voos para Estocolmo em colaboração com a companhia sueca ABA. O primeiro piloto finlandês foi contratado neste ano, Gunnar Lihr, altura em que a companhia já empregava sete pessoas. No ano de 1926 através de um empréstimo estatal a companhia conseguiu adquirir um novo avião, um Junkers G24, com capacidade para nove passageiros.

Bruno Lucander faleceu em 1929 de morte súbita e foi sucedido por Gunnar Stahle, que após algum tempo adquiriu a fábrica Junkers.

No final dos anos 30 a Segunda Guerra Mundial interrompeu o crescimento da companhia com diversas encomendas a ficarem suspensas, tal como o cancelamento de diversos destinos para que a companhia voava. Outra das consequências da Guerra foi o cancelamento do Jogos Olímpicos de 1940 que eram para decorrer em Helsínquia e nos quais a companhia se preparava para um grande crescimento no número de passageiros.

A década de 40 que começou com a Guerra ainda a decorrer e com os aeroportos civis a serem controlados por militares, levaram a companhia para uma nova era. Após a Guerra o governo finlandês adquiriu a maioria da companhia e passou a chamar-se Finnair Air Lines. Em 1949 a empresa passou a ser membro da IATA (International Air Transport Association) e foi-lhe atribuído o código AY (devido ao seu nome original), que ainda hoje é utilizado pela Finnair.

No ano de 1952, Helsínquia recebeu finalmente os Jogos Olímpicos e foi um dos melhores anos da companhia, pois pela primeira vez transportou mais de cem mil passageiros. Nesta altura a companhia tinha dinheiro e investiu num melhoramento da frota. Nos anos 60 a companhia alargou os seus destinos europeus e passou a ter ligação desde Helsínquia para cidades como Amesterdão, Copenhaga, Hamburgo ou Zurique. Em 1968 a companhia passou a designar-se oficialmente por Finnair. As rotas para Copenhaga e Amesterdão foram fundamentais em 1969, data em que a companhia começou a realizar voos transatlânticos para Nova Iorque, nos Estados Unidos. No início dos anos 70, foram inaugurados novos destinos, nomeadamente para Lisboa em 1971, Berlim e Varsóvia em 1973 e no final da década e início dos anos 80 já contava com destinos do Médio Oriente, como Bagdade, Amaan e Cairo e novos destinos na América do Norte, como Los Angeles e Seattle. Foi também, já na década de 80, que foram inaugurados os voos para Tóquio e ainda Beijing, em 1988. É nesta altura que os aviões da Finnair passam a ter o azul como imagem de marca.

Na década de 90 a Finnair chegou aos 100 milhões de passageiros e inaugurou novos destinos e uma nova imagem. Nesta década ocorreram mudanças significativas, tais como o Acordo de Schengen que permite uma livre circulação de pessoas e bens na União Europeia. Em 1997, a companhia tornou-se membro da Oneworld, uma aliança da qual fazem parte grandes companhias como a British Airways, American Airlines, Canadian Airlines, Cathay Pacific, Ibéria e Qantas, que em conjunto têm mais de 230 aeroportos e transportam cerca de 650 milhões de passageiros.

No novo milénio existiram mudanças radicais, tanto no que respeita às condições de segurança devido ao 11 de Setembro de 2001, como no que diz respeito ao negócio, com a forte entrada para o mercado de diversas companhias low cost, vieram ajudar a redefinir estratégias. Neste contexto, a Finnair tem emergido como uma das maiores companhias que realizam o serviço entre a Europa e a Ásia, optando pela diferenciação, a aposta da companhia foi em voos de longo curso. Actualmente os destinos intercontinentais da Finnair incluem cidades como Seoul (Coreia do Sul), Deli (Índia), Beijing e Shangai (China), Tóquio, Osaka e Nagóia (Japão), Banguecoque (Tailândia) e Hong Kong. A partir do próximo mês de Maio vai começar a realizar voos também para Singapura. Para além destes destinos asiáticos, a Finnair tem cerca de 60 destinos para a Europa, que incluem cidades como Amesterdão, Barcelona, Bruxelas, Genebra, Istanbul, Copenhaga, Kiev, Lisboa, Londres, Madrid, Manchester, Milão, Moscovo, Munique, Paris, Praga, Roma, Estocolmo, Varsóvia, Viena, Zurique, entre outras. Existem também mais de 60 destinos internacionais que variam com a época do ano, desde o Mediterrâneo, Ilhas Canários, Sudeste Asiático, Caraíbas ou Brasil.

A Finnair disponibiliza ainda voos domésticos para 12 cidades (Helsínquia, Ivalo, Joensuu, Jyväskyla, Kajaani, Kittilä, Kokkola/Pietarsaari, Kuopio, Oulu, Rovaniemi e Vaasa).

A frota da Finnair é composta por 64 aeronaves, 53 de passageiros e 11 de carga, nomeadamente doze Airbus 320, onze Airbus 319, oito Airbus 330, seis Airbus A340, seis Airbus A321, quatro Boeing 757, dez Embraer E190, seis Embraer 170 e um McDonnell Douglas MD11F.

A Finnair dispõe ainda serviços exclusivos para os seus passageiros, como o programa de passageiro frequente "Finnair Plus" ou os "Finnair Lounges" que disponibiliza no Aeroporto de Helsínquia-Vantaa e no de Estocolmo-Arlanda. Para além disso disponibiliza também, durante o voo, desde 1980 a revista "Blue Wing" que tem dez edições por ano.

Para Portugal a Finnair voa desde 1971, existiu um período em que interrompeu as ligações, mas desde 2007 que faz de novo a ligação entre Helsínquia e Lisboa três vezes por semana, acrescentando também ligações semanais de Helsínquia a Faro e à Madeira.

Quanto à nova imagem da Finnair, vai começar a ser aplicada já no início de 2011 em todas as aeronaves e espera-se que o processo esteja concluído no final de 2013. O novo design não se fica apenas pelo exterior, também os interiores vão ser totalemente renovados, assim como todo o fardamento dos colaboradores.

Publicado por Rebrand às 15:52
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